Febre Amarela
ICD-10 A95 · ICD-11 1D47

Tratamento da Febre Amarela Grave com Insuficiência Hepática (Disfunção Orgânica Hepática)

Cenário Clínico

Este protocolo aborda uma apresentação de alto risco: febre amarela grave no contexto de insuficiência hepática (disfunção orgânica hepática). O comprometimento hepático neste nível altera tanto a estratégia de monitorização quanto a abordagem terapêutica de maneiras que diferem da febre amarela não complicada.

Insuficiência Hepática — Considerações Principais

A insuficiência hepática é uma complicação grave reconhecida da febre amarela. Sua presença tem implicações diretas para a monitorização clínica nesta população.

O lactato não é útil para monitorização de fluidos no contexto de insuficiência hepática, incluindo a febre amarela.
Direção do Tratamento

Apenas em contextos de pesquisa, uma imunoglobulina monoclonal investigacional está entre as abordagens antivirais sendo avaliadas para pacientes com febre amarela suspeita ou confirmada. O acesso a este tipo de terapia é restrito a protocolos formais de ensaios clínicos — não está registrado para esta indicação fora do uso em pesquisa.

O regime completo, o escopo total de opções e o caminho de decisão clínica estão detalhados no protocolo estruturado abaixo.

Objetivo do Tratamento

O alvo clínico primário nesta população é a eliminação viral — ausência confirmada de viremia da febre amarela.

Acesso Imediato a Regimes Estruturados Baseados em Evidências
References

Lactate is not useful for fluid monitoring in the context of liver failure, including yellow fever.

WHO recommends the use of monoclonal immunoglobulin TY014 for the treatment of patients with suspected or confirmed yellow fever only in research settings.

WHO recommends the use of sofosbuvir in the treatment of patients with suspected or confirmed yellow fever only in research settings.

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