Febre Amarela Grave: Tratamento Após a Ressuscitação Inicial com Fluidos Não Restaurar a Perfusão
Esta página aborda o manejo da febre amarela grave em pacientes hospitalizados quando a ressuscitação inicial com cristaloide intravenoso não atingiu perfusão adequada — especificamente quando o tempo de enchimento capilar permanece prolongado e as metas de perfusão não são atingidas, na ausência de insuficiência hepática.
Cenário clínico
Febre amarela grave com necessidade de hospitalização, com necessidade contínua de tratamento com fluido intravenoso e sem insuficiência hepática. A gravidade é determinada por avaliação clínica, incluindo avaliação de sinais de alerta e complicações existentes.
Por que esta etapa é alcançada — falha do tratamento anterior
A etapa anterior consistia em ressuscitação intravenosa com fluido cristaloide. Este protocolo é indicado quando essa abordagem não atingiu o objetivo de melhora da perfusão — especificamente quando o tempo de enchimento capilar permanece superior a 3 segundos, indicando que a estratégia de fluido de primeira linha não restaurou a adequação circulatória.
Abordagem de próxima linha (visão geral parcial)
Quando a ressuscitação com cristaloide foi insuficiente, a próxima etapa do protocolo envolve terapia antiviral experimental, atualmente disponível apenas no âmbito de um ensaio clínico estruturado — agentes específicos, critérios de elegibilidade e o quadro aplicável são detalhados no protocolo completo.
Objetivo clínico: Eliminação viral — ausência de viremia pela febre amarela.
References
Severe disease: those patients who clinicians assess as requiring hospitalization based on a clinical evaluation which includes assessment for the presence of warning signs and existing complications.
WHO recommends the use of monoclonal immunoglobulin TY014 for the treatment of patients with suspected or confirmed yellow fever only in research settings.
WHO recommends the use of sofosbuvir in the treatment of patients with suspected or confirmed yellow fever only in research settings.
Experimental human challenge (phase I) of healthy subjects demonstrated no viraemia in 8 individuals given the TY014 and the yellow fever vaccine, but detectable virus in 2 individuals receiving placebo.
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