Candidíase vulvovaginal
ICD-10 B37.3 · ICD-11 1F23.10

Candidíase Vulvovaginal Causada por Candida Não-Albicans (ex.: Candida glabrata) Sem Resposta aos Antifúngicos de Primeira Linha

Cenário clínico

Este protocolo aborda a candidíase vulvovaginal em que o agente causador é uma espécie de Candida não-albicans — mais comumente Candida glabrata — e a infecção não respondeu às doses padrão dos antifúngicos de primeira linha.

O que torna esta situação distinta

Espécies não-albicans como C. glabrata comportam-se de forma diferente de Candida albicans e geralmente requerem estratégias antifúngicas alternativas em vez dos antifúngicos convencionais de primeira linha. Quando a terapia em dose habitual não alcançou resposta, uma abordagem direcionada está indicada. O uso desnecessário de antifúngicos deve ser evitado, e a seleção do tratamento deve refletir o organismo específico.

Abordagem terapêutica (visão geral)

O protocolo para este cenário envolve agentes de uma classe antifúngica específica, reservada para casos selecionados. O esquema terapêutico completo e estruturado — incluindo quais agentes se aplicam, as condições que devem ser atendidas e os limites clínicos — está detalhado no protocolo.

Esquema completo, critérios de elegibilidade e sequenciamento disponíveis pelo link abaixo →
Acesso Imediato a Esquemas Terapêuticos Estruturados Baseados em Evidências
References

Unnecessary antimycotic therapies should always be avoided, and non-albicans vaginitis should be treated with alternative antifungal agents.

In case of C glabrata vaginitis, local administration of nystatin or ciclopiroxolamine might be considered.

Treatment with echinocandins (eg micafungin) should be limited to cases with massive complaints as VVC is not approved as treatment indication with little evidence.

DOI: 10.1111/myc.13248

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