Este protocolo aborda a candidíase vulvovaginal em que o agente causador é uma espécie de Candida não-albicans — mais comumente Candida glabrata — e a infecção não respondeu às doses padrão dos antifúngicos de primeira linha.
Espécies não-albicans como C. glabrata comportam-se de forma diferente de Candida albicans e geralmente requerem estratégias antifúngicas alternativas em vez dos antifúngicos convencionais de primeira linha. Quando a terapia em dose habitual não alcançou resposta, uma abordagem direcionada está indicada. O uso desnecessário de antifúngicos deve ser evitado, e a seleção do tratamento deve refletir o organismo específico.
Unnecessary antimycotic therapies should always be avoided, and non-albicans vaginitis should be treated with alternative antifungal agents.
In case of C glabrata vaginitis, local administration of nystatin or ciclopiroxolamine might be considered.
Treatment with echinocandins (eg micafungin) should be limited to cases with massive complaints as VVC is not approved as treatment indication with little evidence.
DOI: 10.1111/myc.13248
View source ↗