Dissecção da Artéria Vertebral com Baixo Risco de Sangramento e Ausência de Características Radiológicas de Alto Risco
Em pacientes com dissecção da artéria vertebral em que o risco de sangramento não está elevado e as características radiológicas de alto risco estão ausentes, o quadro clínico orienta uma via de manejo específica. Esta página resume as principais características desta subpopulação e oferece uma visão parcial da direção do tratamento.
Cenário Clínico
O risco de sangramento não está elevado (baixo risco de sangramento). A imagem mostra ausência de características radiológicas de alto risco: nenhum trombo intraluminal é identificado e a dissecção é não oclusiva. A estratificação de risco considera fatores radiológicos tanto para hemorragia intracraniana quanto para AVC isquêmico, incluindo a presença ou ausência de trombo intraluminal e o grau de estenose ou oclusão.
Direção do Tratamento (Parcial)
Neste contexto, uma abordagem endovascular direcionada à prevenção secundária de AVC está entre as considerações — com uma opção cirúrgica alternativa disponível quando a abordagem primária não puder ser realizada. Os critérios completos de elegibilidade, o sequenciamento e as condições sob as quais cada opção se aplica estão detalhados no protocolo estruturado.
Regime completo, critérios e algoritmo clínico disponíveis no protocolo abaixo.
References
DOI: 10.1161/STR.0000000000000457
Patients are stratified according to radiological risk factors for intracranial hemorrhage (eg, large infarct, hemorrhagic transformation, and intracranial extension of the dissection) and important radiological risk factors for ischemic stroke (eg, presence of intraluminal thrombus and high-grade stenosis or occlusion).
Angioplasty and stenting may be fairly safe and beneficial in a limited population of patients with flow-limiting stenosis who fail medical treatment.
Patients with cervical artery dissection with significant stenosis causing distal hemodynamic compromise AND recurrent ischemic stroke despite optimal medical treatment AND who can withstand surgery may be considered for stenting as a measure for secondary stroke prevention.
When angioplasty and stenting are not feasible, vessel sacrifice may be considered in patients with recurrent ischemic stroke but adequate compensatory circulation.
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