A angina variante resulta de espasmo da artéria coronária (EAC). O tratamento padrão controla a condição na maioria dos pacientes. Em um pequeno subgrupo, porém, esse tratamento é insuficiente para alcançar controle adequado ou não pode ser tolerado — exigindo uma abordagem alternativa baseada em evidências.
Para o EAC refratário, a abordagem alternativa abrange diversas classes farmacológicas — incluindo agentes anti-adrenérgicos — bem como uma série de opções intervencionistas e cirúrgicas reservadas para candidatos adequados. Quais agentes se aplicam, em que ordem e quando escalar para o manejo procedimental estão especificados no protocolo estruturado completo.
Agentes específicos, critérios de elegibilidade, sequenciamento e indicações procedimentais são detalhados no protocolo completo.