Miomas uterinos
ICD-10 D25 · ICD-11 2E86.0

Miomas Uterinos com Sintomas de Volume ou Pressão Pélvica: Manejo Procedural e Cirúrgico Após Terapia com Agonista ou Antagonista de GnRH

Este protocolo aborda pacientes com miomas uterinos que causam sintomas de volume ou pressão pélvica, nos quais o tratamento médico de primeira linha com agonista ou antagonista de GnRH não alcançou o grau esperado de redução dos miomas ou alívio adequado dos sintomas, sendo a intervenção procedural ou cirúrgica o próximo passo apropriado.

Tratamento Anterior — Por Que a Escalada é Necessária

O tratamento médico de primeira linha com um agonista ou antagonista de GnRH visa uma redução no volume dos miomas — até 50% do volume inicial em aproximadamente três meses — e uma redução correspondente no volume uterino total. Quando esses objetivos não são adequadamente alcançados e os sintomas de volume ou pressão persistem, a situação clínica exige uma abordagem diferente.

Abordagem de Segunda Linha Visão Geral Parcial

O manejo nesta fase centra-se em opções procedurais e cirúrgicas que preservam o útero, com a escolha orientada pelo desejo da paciente de preservar a fertilidade e/ou o útero. Tanto as técnicas procedurais minimamente invasivas quanto a excisão cirúrgica fazem parte do quadro — qual opção é adequada em qual situação clínica, e a sequência completa de tomada de decisão, está detalhada no protocolo completo.

Objetivos Clínicos

As abordagens intervencionistas visam reduções substanciais no volume dos miomas e uterino, e altas taxas de alívio dos sintomas de volume. Por exemplo, com a embolização da artéria uterina, os resultados esperados incluem uma redução de 50–60% no volume do leiomioma, uma redução de 40–50% no volume uterino e uma redução de 88–92% nos sintomas de volume. O protocolo completo abrange toda a gama de resultados esperados nas opções disponíveis.

Acesso Imediato a Protocolos Estruturados Baseados em Evidências

References

DOI: 10.1016/j.jogc.2025.102970

  1. Patients with fibroids and bulk symptoms may be offered gonadotropin-releasing hormone agonists or antagonists.
  2. Uterine artery embolization may be offered as a minimally invasive technique that can reduce fibroid symptoms in patients wishing to preserve their uterus.
  3. Patients should be aware that uterine artery embolization may be associated with decreased fertility, higher miscarriage rate, and adverse pregnancy outcomes, and is not advised in patients wishing for future fertility.
  4. Radiofrequency ablation (RFA) may be offered as an option in the management of symptomatic uterine fibroids with comparable outcomes to myomectomy, with potential for decreased surgical bleeding and faster recovery.
  5. High Intensity Focused Ultrasound (HIFU) may be offered as a minimally invasive treatment option for uterine fibroids, but it is not widely available in Canada.
  6. In symptomatic patients wishing to preserve their fertility and/or their uterus, myomectomy may be offered.
  7. Definitive treatment for uterine fibroids is hysterectomy.
  8. Clinical outcomes following UAE include 50-60% reduction in leiomyoma volume, 40-50% in uterine volume, 88-92% reduction in bulk symptoms, elimination of abnormal uterine bleeding (>90%), successful elimination of symptoms (75%), and high patient satisfaction rates (80-90%).
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