Tratamento da Obstrução da Junção Ureteropélvica Após Falha da Correção Cirúrgica Inicial

Este protocolo se aplica a pacientes com obstrução da junção ureteropélvica que já foram submetidos à correção cirúrgica, mas que não obtiveram drenagem adequada ou resolução da obstrução. Define a abordagem estruturada de próxima linha quando a intervenção inicial não alcança os resultados esperados.

Tratamento Anterior — Condição de Falha

A intervenção anterior — pieloplastia (aberta, laparoscópica ou robótica desmembrada, abordagem Anderson-Hynes, Culp ou Foley Y-V), ou endopielotomia na ausência de vaso cruzante — não alcançou:

Este protocolo descreve a etapa tomada após essa falha.

Cenário Clínico

Os pacientes que chegam a este protocolo continuam a apresentar um ou mais dos seguintes indicadores de obstrução clinicamente significativa:

Abordagem de Tratamento de Próxima Linha

Quando a correção cirúrgica inicial da junção ureteropélvica não teve sucesso, a revisão cirúrgica adicional da junção é a estratégia principal. O protocolo completo especifica qual abordagem operatória é indicada e em quais condições cada uma é adequada.

Acesso Imediato a Regimes Baseados em Evidências Estruturadas

References

DOI: 10.1016/j.eursup.2012.01.004

Some indications for surgery include <40% differential function of the hydronephrotic kidney on MAG3 scanning, a >20-mm anterior-posterior diameter of the renal pelvis on ultrasonographic scan, pain, and infection.

The indications for surgical intervention include (1) pain and infection, (2) asymptomatic obstruction with a differential function <35–40% and an APD >19 mm, (3) failure of conservative management resulting in >10% deterioration of renal function, and (4) grade 3 or 4 dilation as defined by the SFU.

Of recurrent UPJO and/or strictures, 2–5% will need to be treated with further surgery, be it redo pyeloplasty, endopyelotomy, or ureterocalicostomy.

This option may also be used in failed pyeloplasty.

This option may be useful in recurrent UPJO.

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