Este protocolo aplica-se à obstrução da junção ureteropélvica (JUP) em um perfil clínico específico: o rim hidronefrótico retém mais de 40% da função renal diferencial na renografia MAG3, o diâmetro anteroposterior da pelve renal é de 20 mm ou menos na ultrassonografia, e o paciente não apresenta dor nem infecção do trato urinário.
Os parâmetros definidores deste grupo são a função renal diferencial preservada acima de 40% na cintilografia MAG3 e um diâmetro anteroposterior pélvico igual ou inferior a 20 mm na ultrassonografia, na ausência de dor e infecção. Cada um desses limites tem significado clínico: função diferencial abaixo de 40%, diâmetro anteroposterior acima de 20 mm, presença de dor ou infecção ativa são indicadores reconhecidos que influenciam a decisão terapêutica.
O manejo neste contexto envolve um procedimento cirúrgico reconstrutivo na junção ureteropélvica — a pieloplastia — que pode ser realizado por via aberta, laparoscópica ou assistida por robô.
Os critérios de seleção da técnica, o espectro completo de opções operatórias e o algoritmo clínico completo estão disponíveis no protocolo estruturado abaixo.As principais medidas de sucesso são a drenagem renal normal na renografia aos 12 meses e a resolução da hidronefrose na ultrassonografia às 6 semanas.
DOI: 10.1016/j.eursup.2012.01.004