Quando uma lesão ureteral é identificada no momento da cirurgia em um paciente hemodinamicamente instável, o reparo definitivo imediato nem sempre é viável. A prioridade clínica passa a ser a sobrevivência do paciente, tornando necessária uma abordagem em etapas.
Lesão ureteral intraoperatória — reconhecida imediatamente durante a cirurgia — em um paciente hemodinamicamente instável. A instabilidade fisiológica neste contexto direciona o manejo para uma estratégia de controle de danos temporária, em vez da reconstrução ureteral definitiva primária.
A estratégia preferida neste contexto é uma abordagem de controle de danos: medidas temporárias para assegurar a drenagem urinária e preservar a função renal enquanto a estabilidade hemodinâmica é restabelecida. O reparo ureteral definitivo é adiado.
O protocolo estruturado completo detalha as intervenções específicas, o sequenciamento e os critérios para o reparo tardio — disponível através do link abaixo.