Síndrome de nefrite túbulo-intersticial e uveíte
ICD-10 N10; H20.9 · ICD-11 9A96.1

Síndrome TINU em Uveíte Bilateral, Intermediária ou Posterior — Após Corticosteroides Sistêmicos Não Terem Alcançado Resolução Rápida

A síndrome de nefrite túbulo-intersticial e uveíte (TINU) frequentemente compromete o olho na forma de uveíte bilateral, intermediária ou posterior. Essas apresentações requerem terapia sistêmica — e quando o tratamento inicial com corticosteroides não resolve prontamente a inflamação ocular, aplica-se um protocolo estruturado de segunda linha.

Por Que a Escalada é Necessária

A abordagem de primeira linha para uveíte bilateral, intermediária ou posterior na síndrome TINU são os corticosteroides sistêmicos, com injeções locais de esteroides reservadas para casos unilaterais raros. A progressão para este protocolo é indicada quando esse tratamento não consegue alcançar a resolução rápida da inflamação ocular.

Cenário Clínico

Este protocolo aborda a síndrome TINU com apresentação de uveíte bilateral, uveíte intermediária ou uveíte posterior em pacientes cuja inflamação ocular não respondeu adequadamente à corticoterapia.

Abordagem Terapêutica (Resumo — Parcial)

É introduzida uma estratégia imunomoduladora poupadora de esteroides, com o objetivo de alcançar e manter a quiescência ocular por um período prolongado antes de qualquer retirada do tratamento ser considerada. O esquema completo, o sequenciamento e a seleção do agente estão detalhados no protocolo completo.

Objetivo do Tratamento

Manutenção da quiescência ocular por pelo menos 12–24 meses.

Acesso Imediato a Esquemas Terapêuticos Estruturados Baseados em Evidências

References

DOI: 10.1097/ICU.0b013e3283318f9a

In bilateral, intermediate, or posterior disease, systemic corticosteroids are typically required with the option for local steroid injections reserved for the rare unilateral case.

We institute IMT as required for improved anti-inflammatory control, to reduce recurrences upon steroid tapering, or to reduce unwanted steroid-related adverse effects, and seek to maintain quiescence for at least 12–24 months before withdrawing treatment.

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