Meningite tuberculosa
ICD-10 A17.0 · ICD-11 1B11.0

Tratamento da Meningite Tuberculosa em Adultos (18 anos ou mais) Sem Coinfecção por HIV

Este protocolo abrange o manejo da meningite tuberculosa em adultos hospitalizados com 18 anos ou mais que não apresentam coinfecção por HIV — uma população para a qual evidências de alta certeza sustentam uma recomendação terapêutica forte.

Cenário Clínico

Adultos (18 anos ou mais) internados com meningite tuberculosa, com ausência confirmada de coinfecção por HIV. A alta certeza das evidências sustenta uma recomendação forte para esta população, distinta da abordagem caso a caso exigida quando o HIV está presente.

Visão Geral do Tratamento (Parcial)

Quando o tratamento inicial não controla adequadamente os sintomas em casos refratários, o protocolo prevê a adição de um agente imunomodulador — envolvendo uma classe de terapia biológica direcionada a mediadores inflamatórios específicos. A seleção do agente, a posologia, o sequenciamento e o algoritmo de decisão completo estão detalhados no protocolo integral.

Visão geral parcial apenas — o esquema terapêutico estruturado completo está disponível abaixo.

Acesso Imediato a Esquemas Terapêuticos Baseados em Evidências

References

DOI: 10.1016/S1473-3099(25)00364-0

Population: adults in hospital requiring treatment for tuberculous meningitis.

Is there HIV co-infection? — High certainty of evidence, strong recommendation for use in individuals without HIV; high certainty of evidence, weak recommendation for use in people living with HIV so the decision to use should be made on a case-by-case basis.

If corticosteroids do not control symptoms, then small case-series and case reports have described the use of anti-TNF biologicals (eg, infliximab), thalidomide, or anakinra.

A retrospective cohort study in India reported adjunctive infliximab (10 mg/kg for one to three doses, 4 weeks apart) was safe and effective in treating severe inflammatory complications of tuberculous meningitis.

Observational studies in South African children have suggested that adjunctive thalidomide (2–5 mg/kg per day) was safe and effective in treating tuberculous mass lesions and optochiasmatic arachnoiditis.

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