Quando a micologia do couro cabeludo ou a cultura fúngica confirma uma espécie de Trichophyton e nenhuma espécie de Microsporum é detectada, o protocolo de tratamento é orientado por essa identificação específica. A identidade do organismo determina diretamente qual abordagem antifúngica é adequada.
A micologia ou cultura do couro cabeludo resultou positiva para uma espécie de Trichophyton. Espécies de Microsporum não foram identificadas.
Essa distinção é clinicamente relevante: como regra geral, a terbinafina é mais eficaz contra espécies de Trichophyton, enquanto a griseofulvina é mais eficaz contra espécies de Microsporum. A confirmação de Trichophyton na cultura orienta, portanto, o agente de escolha.
Um antifúngico oral com atividade estabelecida contra espécies de Trichophyton é utilizado como terapia de primeira linha. A dosagem é baseada no peso.
Os objetivos são a melhora clínica das lesões do couro cabeludo e a erradicação micológica. De forma crucial, o desfecho é a cura micológica, e não apenas a cura clínica — recomenda-se a repetição de amostras micológicas para confirmar a erradicação antes de interromper o tratamento.
Both griseofulvin and terbinafine have good evidence of efficacy and remain the most widely used first-line treatments.
As a general rule, terbinafine is more efficacious against Trichophyton species (T. tonsurans, T. violaceum, T. soudanense), and griseofulvin more effective against Microsporum species (M. canis, M. audouinii).
The end point of treatment is mycological rather than clinical cure; therefore repeat mycology sampling is recommended until mycological clearance is achieved.
In cases of clinical improvement but ongoing positive mycology, continue current therapy for a further 2–4 weeks.
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