Síndrome do desfiladeiro torácico
ICD-10 G54.0 · ICD-11 8B91.Y

STO Arterial: Tratamento Quando a Trombólise Dirigida por Cateter Não Alcançou Sucesso Completo

A síndrome do desfiladeiro torácico arterial (SDTA) envolve uma anormalidade objetiva da artéria subclávia causada por compressão extrínseca de uma primeira costela anômala, costela cervical ou banda fibrosa na base do triângulo escaleno — manifestando-se com isquemia sintomática do membro superior ou embolização. Quando uma tentativa inicial de trombólise não restaura completamente um leito arterial normal, aplica-se um protocolo de segunda linha bem definido.

Cenário Clínico

A SDTA é definida como uma anormalidade objetiva da artéria subclávia causada por compressão extrínseca e dano subsequente por uma primeira costela anômala ou estrutura anormal análoga (costela cervical ou banda) na base do triângulo escaleno. Essa anormalidade pode ser sintomática — manifestando-se como isquemia ou embolização — exigindo escalada rápida dos cuidados quando o tratamento inicial é insuficiente.

Linha Anterior — Trombólise Não Alcançou Sucesso Completo

A trombólise dirigida por cateter — realizada por via transfemoral ou transbraquial, por infusão convencional ou técnica farmacomecânica — é a intervenção de primeira linha. A escalada para o protocolo seguinte está indicada quando a trombólise não alcançou uma trombólise plenamente bem-sucedida com um leito arterial residual normal.

Abordagem de Segunda Linha

O manejo operatório é o passo indicado, abordando tanto a artéria subclávia lesada quanto a causa estrutural subjacente no desfiladeiro torácico. A estratégia cirúrgica completa — incluindo a extensão da intervenção arterial e distal — é detalhada no protocolo estruturado.

Acesso Imediato a Regimes Estruturados Baseados em Evidências

References

DOI: 10.1016/j.jvs.2016.04.039

ATOS is defined as an objective abnormality of the subclavian artery caused by extrinsic compression and subsequent damage by an anomalous first rib or analogous abnormal structure (cervical rib or band) at the base of the scalene triangle.

Such an abnormality can be symptomatic (ischemia or embolization) or asymptomatic (aneurysm, occlusion, or silent embolization).

Operative management includes repair/replacement of the damaged subclavian artery (local disease) and correction of the original inciting cause at the thoracic outlet (cause).

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