A síndrome do desfiladeiro torácico arterial (ATOS) envolve uma anomalia objetiva da artéria subclávia causada por compressão extrínseca e dano subsequente por uma primeira costela anômala, costela cervical ou banda fibrosa na base do triângulo escaleno. Este protocolo se aplica quando essa anomalia é sintomática — apresentando-se como isquemia ou embolização do braço.
O fator estrutural é uma primeira costela anômala ou estrutura análoga (costela cervical ou banda) na base do triângulo escaleno, produzindo compressão extrínseca e dano arterial subsequente. A anomalia da artéria subclávia torna-se clinicamente manifesta por isquemia ou embolização do braço afetado. A anomalia também pode se apresentar de forma assintomática como aneurisma, oclusão ou embolização silenciosa.
O manejo neste contexto envolve a trombólise dirigida por cateter como abordagem intervencionista primária para restaurar a patência arterial.
Trombólise completamente bem-sucedida com leito arterial residual normal.
DOI: 10.1016/j.jvs.2016.04.039