Tratamento de Divertículos Duodenais Sintomáticos com Tamanho Diverticular Pequeno (<1 cm ou 1–3 cm) Sem Cálculos no Ducto Biliar ou Colangite

Nem todos os divertículos duodenais (DD) sintomáticos são tratados da mesma forma. O tamanho diverticular e a presença ou ausência de complicações biliares são fatores-chave que determinam qual abordagem terapêutica é mais adequada.

Cenário clínico Este protocolo aplica-se a pacientes com divertículos duodenais sintomáticos caracterizados por tamanho diverticular <1 cm ou 1–3 cm, na ausência de cálculos no ducto biliar, cálculos biliares, cálculos primários no ducto biliar e colangite sem cálculos no ducto biliar. As evidências mostram que tamanhos diverticulares menores, sem patologia biliar concomitante, estão associados a uma preferência de tratamento distinta em comparação com casos complicados por cálculos biliares ou colangite.
Abordagem terapêutica (visão geral parcial) Para essa subpopulação, as evidências apoiam uma estratégia de tratamento conservador. O protocolo estruturado completo — incluindo critérios específicos, etapas de manejo e limiares de decisão — está disponível na íntegra abaixo.

Os detalhes completos do regime estão a um clique de distância.

References

DOI: 10.3389/fsurg.2023.1267436

Further, we performed a multivariate Logistics regression analysis and the results showed that patients with combined smaller-sized DD may prefer conservative treatment, while patients with combined biliary system stones and cholangitis without bile duct stones may prefer surgical treatment (direct or indirect).

The results suggest that the combination of bile duct stones and gallstones, primary bile duct stones, and cholangitis without bile duct stones may be the reason for preferring surgical treatment as well as endoscopic treatment compared to conservative treatment, while DD sizes <1 cm or 1–3 cm are the possible reason for preferring conservative treatment.

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