Estenose cervical em mulheres na pós-menopausa quando a dilatação mecânica não restaurou o acesso uterino
Cenário Clínico
Este protocolo destina-se a pacientes com estenose ou estreitamento do colo do útero que se encontram na pós-menopausa ou em terapia com análogos do hormônio liberador de gonadotrofinas (GnRH). Ambas as situações resultam em estado hipoestrogênico, o que limita substancialmente a eficácia das abordagens padrão de preparo cervical.
Quando a Abordagem Inicial Não Funcionou
A dilatação cervical mecânica com dilatadores de Hegar ou Pratt — com ou sem injeção preparatória de vasopressina no colo do útero — é a intervenção de primeira linha. Quando essa abordagem não restaura a permeabilidade do canal cervical e não permite o acesso à cavidade uterina, está indicada a progressão para uma abordagem cirúrgica.
Abordagem de Segunda Linha (Visão Parcial)
O próximo passo baseado em evidências envolve um procedimento cirúrgico histeroscópico ambulatorial, reconhecido como o padrão-ouro para esse contexto. A técnica específica é selecionada de acordo com a natureza da obstrução encontrada. O algoritmo de decisão completo, as opções de procedimento e os detalhes clínicos estão disponíveis no protocolo completo.
Objetivo do Tratamento
Acesso bem-sucedido à cavidade uterina com restauração da permeabilidade do canal cervical.
References
DOI: 10.1007/s00404-023-07126-1
In postmenopausal women and those treated with gonadotropin-releasing hormone analogs, misoprostol has a decreased effect since prostaglandins require estrogen to generate their cervical ripening effects, and postmenopausal patients are in a hypoestrogenic state.
This minimally invasive procedure represents the gold standard approach for the management of patients with cervical stenosis.
The main objective of both medical and surgical treatments for cervical stenosis is to restore the patency of the cervical canal.
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