Fratura de Estresse Quando a Modificação de Atividade e o Tratamento Conservador Não Alcançaram a Recuperação Sem Dor
Cenário Clínico
Quando uma lesão óssea por estresse não responde a um programa conservador de primeira linha estruturado, o caminho clínico avança para uma intervenção mais direcionada. Este protocolo define esse próximo passo e os critérios que o orientam.
Tratamento Anterior — Objetivos Não Alcançados
O tratamento anterior incluiu modificação de atividade, descarga de peso protegida e imobilização para lesões de membros inferiores, fisioterapia estruturada incorporando atividades multidirecionais e osteogênicas, aconselhamento nutricional, suplementação de vitamina D (quando os níveis séricos eram insuficientes) e abordagem de fatores relacionados ao estilo de vida, como sono e estresse psicológico.
A progressão para este protocolo é indicada quando os seguintes marcos não foram atingidos:
- Ausência de dor durante atividades diárias ou esportivas
- Palpação sem dor no local da lesão óssea por estresse
- Testes de carga óssea negativos (ex.: teste de salto unipodal)
- Ausência de dor ao correr no local da lesão
Abordagem do Próximo Passo (Visão Geral Parcial)
Este protocolo centra-se na fixação cirúrgica. Considerações específicas ao local se aplicam: para lesões ósseas por estresse do quinto metatarso e do osso navicular, diretrizes distintas regem a escolha da técnica e a decisão cirúrgica versus não cirúrgica. O algoritmo completo, as indicações e os critérios específicos ao local são detalhados no protocolo completo.
Objetivos do Tratamento
- Ausência de dor durante atividades diárias e esportivas
- Palpação sem dor no local da lesão óssea por estresse
- Testes de carga óssea negativos (ex.: teste de salto unipodal)
- Ausência de dor ao correr no local da lesão
References
DOI: 10.1136/bjsports-2024-108616
- Elite athletes may consider surgery, particularly with the goal of facilitating early return to sport.
- When considering surgical treatment, panellists may support the decision based on features including delayed union (no signs of union >3 months), non-union (no signs of union >6 months), recurrent injury, fracture displacement and injury site being prone to treatment complications.
- Surgical management of bone stress injuries in select cases (eg, navicular, anterior tibia, fifth metatarsal) may allow for early return to sports and can be considered in elite athletes.
- If treated surgically, preferred surgical technique of bone stress injuries of the fifth metatarsal (non-displaced) is fixation using an intramedullary screw.
- For navicular bone stress injuries, decision-making on surgical vs non-surgical treatment should include fracture type (eg, classification by Saxena et al).
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