Tratamento da Síndrome do Choque Tóxico Estreptocócico: Protocolo de Primeira Linha

A síndrome do choque tóxico estreptocócico (SCTS) exige intervenção imediata e agressiva. O protocolo de primeira linha aborda a infecção diretamente, ao mesmo tempo em que oferece suporte aos órgãos em falência e, quando relevante, trata o envolvimento necrotizante de tecidos moles.

Os pacientes afetados geralmente se apresentam em choque hemodinâmico com falência progressiva de múltiplos órgãos. A fasciite necrotizante ou miosite pode acompanhar o quadro sistêmico, e cada componente requer uma resposta distinta, porém coordenada.

A pedra angular do tratamento é a antibioticoterapia parenteral em altas doses, com a adição de um segundo agente especificamente pelo seu efeito antitoxínico. O desbridamento cirúrgico é um elemento obrigatório quando a infecção necrotizante de tecidos moles é confirmada. Medidas concomitantes de suporte orgânico fazem parte do regime completo — acesse o protocolo integral para a abordagem estruturada, seleção de agentes e estrutura de decisão clínica.

References

DOI: 10.1186/s13613-018-0438-y3/cid/ciu296
  • Penicillin G is bactericidal and remains, at high parenteral doses, the first-line treatment for infections due to SGA.
  • Clindamycin, a lincosamide antibiotic, is usually added to penicillin or aminopenicillin since it inhibits the protein synthesis by blocking the 50S sub-unit of the bacterial ribosome.
  • Only surgical debridement of infected and necrotic tissues associated with high-dose systemic antibiotic therapy may improve mortality.
  • In case of necrotizing fasciitis and/or myositis, this aggressive surgical approach is the only one that may help stabilize the patient and save his life.
  • Antibiotic therapy should be given rapidly, associating high doses of parenteral beta-lactams plus clindamycin for its "anti-toxin" effect.
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