Estado de Mal Epiléptico Convulsivo Sem Resposta à Terapia Inicial com Benzodiazepínicos — Próximo Passo Clínico

Quando o estado de mal epiléptico convulsivo persiste apesar do tratamento inicial com benzodiazepínicos, é necessária uma fase estruturada de segunda terapia. Este protocolo abrange a etapa de escalonamento adotada quando a abordagem de primeira linha com benzodiazepínico não consegue interromper a atividade convulsiva no ponto de resposta esperado.

Tratamento anterior — meta não atingida
A terapia inicial com benzodiazepínico — midazolam IM, lorazepam IV ou diazepam IV — não interrompeu o estado de mal epiléptico convulsivo aos 20 minutos. Este protocolo define o próximo passo.
Abordagem de segunda terapia — visão geral parcial
A fase de segunda terapia requer um único agente anticonvulsivante intravenoso. As evidências atuais não favorecem claramente uma das opções recomendadas em relação às demais; existe uma alternativa quando as opções principais não estão disponíveis. Os agentes específicos, o racional de seleção e os detalhes completos do protocolo constam no esquema terapêutico estruturado.
Objetivo do tratamento: Interrupção do estado de mal epiléptico convulsivo, com resposta aparente até a marca dos 40 minutos.
References
DOI: 10.5698/1535-7597-16.1.48
  • The second-therapy phase should begin when the seizure duration reaches 20 minutes and should conclude by the 40-minute mark when response (or lack of response) to the second therapy should be apparent.
  • Reasonable options include fosphenytoin (level U), valproic acid (level B, one class II study) and levetiracetam (level U).
  • There is no clear evidence that any one of these options is better than the others.
  • Because of adverse events, IV phenobarbital is a reasonable second-therapy alternative (level B, one class II study) if none of the three recommended therapies are available.
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