Dissecção Espontânea Isolada da Artéria Mesentérica Superior
ICD-10 I72.9 · ICD-11 BD51.Y

Dissecção Espontânea Isolada da AMS: O Que Fazer Quando a Revascularização Endovascular Não Alcançou o Alívio

Cenário Clínico

O paciente encontra-se hemodinamicamente estável, sem evidências clínicas ou de imagem de ruptura da dissecção da artéria mesentérica superior e sem sinais de isquemia mesentérica. Uma estratégia endovascular primária foi adotada como manejo inicial — como é cada vez mais comum nessa apresentação estável — mas não alcançou os objetivos terapêuticos necessários.

Linha Anterior — Gatilho de Escalonamento

A etapa anterior envolveu revascularização endovascular, que pode ter incluído angiografia com colocação de stent, trombólise intralesional com uroquinase, angioplastia com balão ou emboloterapia.

Essa abordagem não conseguiu alcançar o alívio da isquemia mesentérica e a prevenção da progressão da dissecção. Este protocolo define a próxima etapa após essa falha.

Abordagem Nesta Etapa

Quando as opções endovasculares não alcançaram os objetivos necessários, o manejo avança para a revascularização cirúrgica aberta por laparotomia. A estratégia operatória específica é individualizada — a extensão e o tipo de cirurgia dependem da viabilidade intestinal, do tipo de dissecção e da reversibilidade da circulação. O algoritmo estruturado completo, incluindo todas as opções operatórias e suas indicações, está disponível no protocolo completo.

Objetivo do Tratamento

Resolução bem-sucedida dos sintomas. Séries publicadas relatam resolução dos sintomas para a dissecção da AMS tratada cirurgicamente em diferentes períodos de seguimento.

Acesso Imediato a Esquemas Estruturados Baseados em Evidências

References

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