Este protocolo aborda a trombose da veia esplênica em pacientes com trombose venosa esplâncnica crônica — uma apresentação distinta definida por doença de longa data com alterações vasculares estruturais que requerem uma abordagem cuidadosamente individualizada.
A trombose venosa esplâncnica crônica é geralmente definida pela presença de sinais de trombose de longa data. Este cenário específico envolve:
Extensos colaterais venosos intra-abdominais ou transformação cavernosa da veia porta — marcos anatômicos de doença crônica estabelecida que moldam diretamente a avaliação de risco-benefício de qualquer intervenção terapêutica.
Nesta população, a decisão de iniciar terapia anticoagulante é feita caso a caso. Para pacientes selecionados, uma abordagem de vigilância pode ser apropriada para minimizar o risco de sangramento. O protocolo estruturado especifica quais estratégias anticoagulantes são consideradas e como a seleção do paciente é determinada.
Chronic splanchnic vein thrombosis is generally defined by the presence of signs of long-standing thrombosis such as extensive intra-abdominal venous collaterals or cavernous transformation of the portal vein.
In patients with chronic splanchnic vein thrombosis, we recommend carefully evaluating the use of anticoagulant therapy on a case-by-case basis and considering a watchful approach in selected patients to minimize bleeding.
The main objectives of anticoagulant therapy for chronic splanchnic vein thrombosis are the prevention of recurrent thrombosis as well as vessel recanalization, although the latter tends to be less impacted by treatment compared to recanalization in patients with acute thrombosis.
View source ↗