Tratamento da Crise Falciforme: Manejo da Dor Aguda no Contexto de Emergência
A crise falciforme que se apresenta em um ambiente de cuidados agudos com dor exige uma resposta estruturada e sensível ao tempo. A abordagem baseada em evidências enfatiza a avaliação rápida e a analgesia desde o momento da chegada, aliadas a monitoramento próximo e repetido para orientar o cuidado contínuo.
Controle otimizado da dor com redução documentada na intensidade da dor, reavaliada a cada 30 a 60 minutos durante todo o atendimento agudo.
O protocolo centra-se em iniciar analgesia na primeira hora após a chegada à emergência com uma estratégia multimodal. Isso envolve adaptar a terapia opioide ao histórico individual do paciente, aliada a medidas farmacológicas adjuvantes, combinadas com intervenções não farmacológicas como parte integrante do manejo.
DOI: 10.1182/bloodadvances.2020001851
For adults and children with SCD presenting to an acute care setting with acute pain related to SCD, the ASH guideline panel recommends rapid (within 1 hour of ED arrival) assessment and administration of analgesia with frequent reassessments (every 30 to 60 minutes) to optimize pain control (strong recommendation based on low certainty in the evidence about effects).
For adults and children with SCD presenting to an acute care setting with acute pain related to SCD for whom opioid therapy is indicated, the ASH guideline panel suggests tailored opioid dosing based on consideration of baseline opioid therapy and prior effective therapy (for adults: conditional recommendation based on moderate certainty in the evidence about effects; for children: conditional recommendation based on low certainty in the evidence about effects).
For adults and children with acute pain related to SCD, the ASH guideline panel suggests a short course (5 to 7 days) of NSAIDs in addition to opioids for acute pain management (conditional recommendation based on very low certainty in the evidence about effects).
For adults and children who seek treatment of acute pain, the ASH guideline panel suggests massage, yoga, TENS, VR, and guided AV relaxation in addition to standard pharmacological management (conditional recommendation based on very low certainty in the evidence about effects).
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