A sífilis secundária pode afetar o sistema nervoso, criando um cenário clínico que requer uma abordagem de manejo mais intensiva do que a doença não complicada. Este protocolo aborda casos em que o envolvimento neurológico foi identificado.
Os pacientes podem desenvolver complicações neurológicas durante a sífilis secundária. Quando o envolvimento neurológico está presente, a estratégia terapêutica e o acompanhamento diferem substancialmente do manejo padrão da sífilis secundária, com monitoramento rigoroso dos parâmetros do líquido cefalorraquidiano como componente central.
O manejo de primeira linha é baseado em terapia parenteral com penicilina. Existem regimes antibióticos alternativos para pacientes que não podem receber o tratamento de primeira linha. A coadministração de corticosteroides juntamente com a terapia antibiótica está incorporada ao protocolo completo para esta indicação. Detalhes completos de dosagem, sequenciamento, duração e via de administração estão contidos no regime estruturado.