O fenômeno de Raynaud secundário envolve vasoespasmo periférico episódico que surge no contexto de uma condição sistêmica subjacente. Identificar a intervenção de primeira linha adequada requer uma avaliação cuidadosa do perfil clínico do paciente e do mecanismo sendo direcionado.
O manejo de primeira linha envolve um agente de aplicação tópica selecionado por seus efeitos vasodilatadores sistêmicos. O sequenciamento completo, os critérios de seleção de pacientes e as opções alternativas estão detalhados no protocolo estruturado completo.