Escoliose Idiopática em Crianças de 0 a 2 Anos com Ângulo de Cobb de 10° ou Mais

A escoliose idiopática que surge nos primeiros dois anos de vida é uma entidade clínica distinta, com seu próprio prognóstico e caminho de manejo. Quando o ângulo de Cobb atinge ou supera o limiar diagnóstico, um protocolo ativo estruturado é indicado desde o início.

Cenário Clínico

Este protocolo se aplica a bebês e crianças de 0 a 2 anos com diagnóstico confirmado de escoliose idiopática em que o ângulo de Cobb é de 10° ou mais e a rotação axial é reconhecível — os critérios diagnósticos estabelecidos pela Scoliosis Research Society (SRS).

A escoliose infantil apresenta um prognóstico significativamente diferente das formas de início juvenil. Embora o termo mais amplo "escoliose de início precoce" seja às vezes aplicado a ambas, a classificação infantil é mantida aqui dada a história natural distinta deste grupo etário.

Abordagem de Primeira Linha

O manejo neste grupo etário começa com uma abordagem observacional estruturada — o primeiro passo do envolvimento clínico ativo — consistindo em avaliações programadas em intervalos definidos com componentes específicos de exame físico.

O protocolo completo — incluindo os componentes específicos de avaliação, o cronograma de acompanhamento e os critérios de escalonamento — está disponível pelo link abaixo.

Acesso Imediato a Regimes Baseados em Evidências Estruturadas

References

DOI: 10.1186/s13013-017-0145-8

Today, the general term "Early onset scoliosis" is sometimes used to classify together Infantile and Juvenile scoliosis, but we prefer the James classification, due to the fact that infantile scoliosis has a different prognosis.

The Scoliosis Research Society (SRS) suggests that the diagnosis is confirmed when the Cobb angle is 10° or higher and axial rotation can be recognized.

Observation: It is the first step of an active approach to idiopathic scoliosis, and it consists of regular clinical evaluation with a specific follow-up period.

Timing of this follow-up can range from 2 to 3 to 36–60 months according to the specific clinical situation.

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