Qual É o Tratamento da Síndrome de Leucoencefalopatia Posterior Reversível?
A síndrome de leucoencefalopatia posterior reversível (PRES/RPLS) exige reconhecimento imediato e ação rápida. O objetivo central é identificar e reverter o que está causando a síndrome — antes que ocorra uma lesão irreversível.
Cuidados de Suporte e Fator Precipitante
O manejo é de suporte. A primeira prioridade é identificar e remover ou reverter o fator precipitante — o que pode incluir um medicamento causador, como um agente quimioterápico ou imunossupressor. A hidratação e a correção de distúrbios eletrolíticos também são necessárias como parte do manejo imediato.
Manejo da Hipertensão Aguda (Visão Geral Parcial)
Quando há hipertensão aguda, o protocolo prevê uma redução gradual e estruturada da pressão arterial com agentes anti-hipertensivos intravenosos de primeira linha administrados em infusão contínua. A abordagem é cuidadosamente titulada para evitar reduções excessivas e isquemia de órgãos-alvo.
Os agentes de primeira linha específicos, os passos de titulação e o algoritmo sequencial completo estão disponíveis no protocolo estruturado completo abaixo.
Objetivos do Tratamento
Redução controlada da pressão arterial — em não mais de 20–25% nas primeiras horas — com alvo de pressão arterial média dentro da faixa terapêutica segura, sem precipitar isquemia cerebral, coronariana ou renal.
References
DOI: 10.1136/practneurol-2021-003194
- The acute management of PRES is supportive and includes removing or reversing any suspected cause, for example, correcting hypertension.
- It is essential to recognise the condition promptly and to remove or reverse the precipitating factor, including chemotherapy or an immunosuppressive agent.
- Patients need to be hydrated and to have any electrolyte disturbances corrected.
- Patients with acute hypertension should have their blood pressure gradually reduced by no more than 20%–25% in the first few hours to avoid the risk of cerebral, coronary and renal ischaemia.
- Clinicians should aim for a mean arterial pressure of between 105 and 125 mm Hg, and continuous intravenous infusions are often required.
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