Câncer Gástrico Residual Após Falha da Ressecção Endoscópica: Quando a ESD ou EMR Não Alcançou Margens Adequadas
Este protocolo aborda o câncer gástrico residual em pacientes nos quais a tentativa inicial de ressecção endoscópica — dissecção endoscópica da submucosa (ESD) ou ressecção endoscópica da mucosa (EMR) — não atendeu aos critérios de um resultado oncologicamente adequado. Quando a abordagem endoscópica não é mais suficiente, aplica-se um próximo passo cirúrgico definido.
A ressecção endoscópica (ESD ou EMR) da lesão precoce ou superficial no estômago residual não alcançou ressecção macroscópica completa, ou o espécime patológico revelou infiltração linfovascular. Qualquer um desses achados indica que o manejo endoscópico isolado é inadequado e que a escalada terapêutica é necessária.
O próximo passo recomendado é a ressecção cirúrgica de todo o estômago residual com dissecção linfonodal. A técnica específica e a abordagem operatória estão descritas no protocolo completo.
O objetivo primário é a ressecção R0 — remoção completa do câncer gástrico residual com margens livres — que é um determinante prognóstico fundamental nesta doença.
References
DOI: 10.3389/fonc.2024.1457564
The mainstay of treatment for RGC patients is radical surgical resection during the passing few years. It involves removing the entire remnant stomach with lymph node dissection; this is known as a completion total gastrectomy with lymph node dissection.
Gastrectomy was mostly performed as an open procedure (OG), but more recently, minimally invasive surgical (MIS) approaches have undergone widespread adoption, including laparoscopic-assisted gastrectomy (LAG) and robotic-assisted gastrectomy (RG).
R0 resection is an important prognostic factor in RGC, as well as conventional gastric cancer.
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