A fístula retovaginal é uma comunicação anormal entre o reto e a vagina. Para a maioria das pacientes, o retalho de avanço endorretal — com ou sem esfincteroplastia — é o procedimento de escolha. Quando essa abordagem falha em promover a cicatrização da fístula, aplica-se uma estratégia cirúrgica de segunda linha bem definida.
A intervenção anterior — retalho de avanço endorretal com ou sem esfincteroplastia — não atingiu o objetivo primário: a cicatrização da fístula retovaginal. Essa falha, no contexto de uma fístula recorrente ou de outra forma complexa, constitui a indicação para prosseguir à próxima linha cirúrgica.
Cicatrização da fístula retovaginal.
A gracilis muscle or bulbocavernosus (Martius) flap is typically recommended for recurrent or otherwise complex rectovaginal fistula.
Although supporting evidence is lacking, a diverting ostomy is generally recommended as an adjunct to Martius and gracilis muscle flap repairs.
DOI: 10.1097/DCR.0000000000002473
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