Fístula retovaginal
ICD-10 N82.3 · ICD-11 GC04.16

Fístula Retovaginal: Manejo de Segunda Linha Quando o Retalho de Avanço Endorretal Não Obteve Cicatrização

A fístula retovaginal é uma comunicação anormal entre o reto e a vagina. Para a maioria das pacientes, o retalho de avanço endorretal — com ou sem esfincteroplastia — é o procedimento de escolha. Quando essa abordagem falha em promover a cicatrização da fístula, aplica-se uma estratégia cirúrgica de segunda linha bem definida.

Tratamento anterior e motivo para escalada

A intervenção anterior — retalho de avanço endorretal com ou sem esfincteroplastia — não atingiu o objetivo primário: a cicatrização da fístula retovaginal. Essa falha, no contexto de uma fístula recorrente ou de outra forma complexa, constitui a indicação para prosseguir à próxima linha cirúrgica.

Abordagem de segunda linha (visão parcial)

O manejo nessa fase envolve uma técnica reconstrutiva baseada em retalho muscular, geralmente combinada com um procedimento adjuvante adicional para apoiar o reparo. O algoritmo cirúrgico completo — incluindo as opções específicas de retalho e o papel do adjuvante — está detalhado no protocolo completo.

Objetivo do tratamento

Cicatrização da fístula retovaginal.

Acesso Imediato a Regimes Estruturados Baseados em Evidências

References

A gracilis muscle or bulbocavernosus (Martius) flap is typically recommended for recurrent or otherwise complex rectovaginal fistula.

Although supporting evidence is lacking, a diverting ostomy is generally recommended as an adjunct to Martius and gracilis muscle flap repairs.

DOI: 10.1097/DCR.0000000000002473

View source ↗