Pneumonite por Radiação com Dispneia e Tosse Seca Após Falha dos Glicocorticoides
Este protocolo aborda a situação clínica em que dispneia e uma tosse seca e não produtiva se desenvolveram nos 6 meses seguintes ao término da radioterapia torácica — mais frequentemente nas 12 primeiras semanas — e o tratamento de primeira linha com glicocorticoides sistêmicos não alcançou a melhora esperada.
Cenário Clínico
Sintomas compatíveis com pneumonite por radiação — dispneia e tosse seca e não produtiva — surgindo dentro da janela pós-radiação típica. Infecção pulmonar foi excluída como causa. O momento de início e o padrão sintomático são compatíveis com a apresentação conhecida da lesão pulmonar induzida por radiação.
Tratamento Anterior — Objetivos Não Alcançados
Glicocorticoides sistêmicos (prednisona) foram a intervenção de primeira linha. Os objetivos terapêuticos esperados — redução acentuada da tosse, aperto no peito, dispneia e febre, além da resolução das alterações radiográficas — não foram atingidos. Este protocolo representa o próximo passo clínico após essa falha.
Abordagem Terapêutica de Próximo Passo
Quando os glicocorticoides sistêmicos não produziram melhora clínica adequada, evidências de estudos de caso apoiam o uso de agentes imunossupressores específicos. O protocolo estruturado completo — abrangendo seleção do agente, abordagem e monitoramento — está disponível pelo link abaixo.
References
RP occurs within 6 months of therapy (most often within 12 weeks), whereas RPF occurs > 1 year following therapy.
The most common symptoms are dyspnea, which can be mild to severe, and a dry, nonproductive cough.
However, most experts recommend systemic glucocorticoids to treat significantly symptomatic RP, provided that lung infection has been ruled out.
Single case studies have also reported effectiveness for both azathioprine and cyclosporine.
DOI: 10.1016/j.chest.2019.03.033
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