Tratamento da LCH Localizada de Sistema Único em Pacientes Menores de 18 Anos

Cenário Clínico

Este protocolo aborda a histiocitose pulmonar de células de Langerhans em crianças e adolescentes menores de 18 anos com doença de sistema único localizada — especificamente uma lesão óssea única (exceto lesões de risco para o SNC) ou uma lesão cutânea isolada.

A experiência clínica mostra que a maioria dos pacientes com LCH localizada — principalmente confinada ao esqueleto — não necessita de tratamento sistêmico. O manejo é orientado pelas características da lesão e pelo risco que representam ao paciente.

Pacientes com uma lesão óssea única, exceto lesões de risco para o SNC, geralmente não necessitam de terapia sistêmica, exceto em lesões grandes e sintomáticas, lesões em ossos de suporte de carga ou locais não facilmente acessíveis para tratamento cirúrgico.

Abordagem Terapêutica

Quando o tratamento sistêmico é indicado — para lesões grandes e inacessíveis com risco de fratura patológica ou sequelas permanentes — pode-se considerar um regime sistêmico suave e de curta duração, seguindo a mesma abordagem utilizada na LCH disseminada, para controle local da doença.

Para a LCH cutânea isolada, a terapia sistêmica também pode ser considerada quando as abordagens tópicas não foram eficazes.

Os agentes específicos, a sequência e o algoritmo completo de manejo estão disponíveis no protocolo estruturado.

Acesso Imediato a Regimes Baseados em Evidências Estruturados

References

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