Tratamento da Pneumonia por Pseudomonas aeruginosa em Pneumonia Adquirida na Comunidade Não Grave com Isolamento Prévio de P. aeruginosa

Este protocolo aplica-se a adultos hospitalizados com pneumonia adquirida na comunidade (PAC) não grave que possuem histórico prévio de isolamento respiratório de Pseudomonas aeruginosa — um fator de risco reconhecido que justifica uma abordagem empírica modificada além do esquema padrão de PAC hospitalar.

Cenário Clínico

O paciente é internado com PAC não grave em ambiente hospitalar. O isolamento respiratório prévio de Pseudomonas aeruginosa está documentado — um dos fatores de risco individuais mais consistentemente robustos para infecção respiratória por P. aeruginosa. Diretrizes baseadas em evidências recomendam cobertura empírica anti-pseudomonal apenas quando fatores de risco localmente validados como este estão presentes; na ausência deles, a terapia padrão para PAC é preferida.

Abordagem Terapêutica visão geral parcial

A abordagem complementa a terapia de base padrão para PAC hospitalar não grave com cobertura empírica direcionada especificamente para P. aeruginosa. Culturas devem ser obtidas no início para permitir a desescalada ou confirmar a necessidade de manutenção da terapia anti-pseudomonal. O objetivo do tratamento é atingir a estabilidade clínica — definida pela resolução das alterações dos sinais vitais, capacidade de se alimentar e orientação normal. A seleção completa dos agentes e o esquema completo estão detalhados no protocolo.

Acesso Imediato a Esquemas Estruturados Baseados em Evidências

References

DOI: 10.1164/rccm.201908-1581ST

The most consistently strong individual risk factors for respiratory infection with MRSA or P. aeruginosa are prior isolation of these organisms, especially from the respiratory tract, and/or recent hospitalization and exposure to parenteral antibiotics.

We recommend clinicians only cover empirically for MRSA or P. aeruginosa in adults with CAP if locally validated risk factors for either pathogen are present.

Add coverage for P. aeruginosa and obtain cultures to allow deescalation or confirmation of need for continued therapy.

We recommend that the duration of antibiotic therapy should be guided by a validated measure of clinical stability (resolution of vital sign abnormalities [heart rate, respiratory rate, blood pressure, oxygen saturation, and temperature], ability to eat, and normal mentation), and antibiotic therapy should be continued until the patient achieves stability and for no less than a total of 5 days (strong recommendation, moderate quality of evidence).

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