Fratura do Úmero Proximal em Pacientes com 65 Anos ou Menos com Padrões de Fratura Deslocada ou Complexa
Cenário Clínico
Este protocolo destina-se a pacientes com 65 anos ou menos que apresentam fratura do úmero proximal. Pacientes mais jovens possuem ossos mais resistentes e demandas funcionais significativamente maiores sobre o ombro, o que determina o limiar para intervenção e os objetivos do tratamento.
Quando Este Protocolo Se Aplica
Esta abordagem é indicada quando qualquer uma das seguintes características de fratura estiver presente:
- Cabeça umeral luxada
- Cabeça umeral direcionada superior ou posteriormente (não voltada para a glenoide)
- Fratura em cunha (splitting) da cabeça umeral
- Tuberosidade maior deslocada acima da cabeça umeral ou posteriormente
- Angulação em varo significativa da cabeça umeral
- Deslocamento mínimo da tuberosidade maior com angulação mínima da diáfise em indivíduo jovem e de alta demanda
Abordagem Terapêutica
O manejo centra-se na fixação cirúrgica — redução aberta e fixação interna — com reconstrução anatômica dos fragmentos fraturados, incluindo atenção especial à tuberosidade maior. A técnica completa, a seleção do implante e a sequência de reparo estão detalhadas no protocolo completo.
Objetivos Clínicos
O tratamento visa o posicionamento anatômico da tuberosidade maior na imagem pós-operatória, função satisfatória do manguito rotador e restauração da capacidade de elevar o braço.
References
DOI: 10.1016/j.jcot.2019.04.016
- Younger individuals, however, have stronger bones & fixation provides a stable construct during fracture healing.
- They have significantly more demands from their shoulder function too.
- Dislocated head.
- Head facing superiorly/posteriorly (though in the socket, but not facing the glenoid).
- Splitting of head.
- GT is lying above the humeral head or displaced posteriorly.
- Significant varus angulation of the head (usually indicates severe medial pillar instability & progressive malposition).
- Minor displacement of GT, minimal head shaft angulation only in young and high demand individuals.
- Fractures of neck needing an ORIF are best fixed with locking plates and screws.
- It is also an implant of choice in displaced 3 & 4 part fractures.
- Every attempt must be made to reconstruct proximal humerus (even in split or dislocated head), particularly in younger patients.
- The crux of PHF surgery is to bring back the fractured GT in its anatomical position, to achieve satisfactory rotator cuff function.
- Sufficient time must be spent to identify, tag and repair the GT.
- Suture bites must be taken from the bone-tendon junction (not thru the bone).
- Nonunion of GT is the most frequent cause of inability to lift arm.
View source ↗