Fratura do úmero proximal
ICD-10 S42.2 · ICD-11 NC12.2

Fratura do Úmero Proximal em Pacientes com 65 Anos ou Mais: O Que Fazer Quando a Redução Aberta e Fixação Interna Não Alcançou Resultados Aceitáveis

Em pacientes idosos com fratura do úmero proximal que apresenta características morfológicas específicas de alto risco, a redução aberta e fixação interna pode não alcançar os objetivos radiográficos e anatômicos necessários para um resultado duradouro. Este protocolo aborda o próximo passo cirúrgico nessa situação.

Cenário do Paciente

Com 65 anos ou mais, com fratura do úmero proximal caracterizada por uma ou mais das seguintes:

A maioria dessas lesões são fraturas por fragilidade em pacientes idosos com baixa demanda funcional. A qualidade óssea osteoporótica torna a fixação estável particularmente desafiadora e está associada a altas taxas de falha cirúrgica.

Quando a Etapa Anterior Não Atingiu Seus Objetivos

Este protocolo se aplica a casos em que a redução aberta e fixação interna com placas e parafusos de bloqueio — juntamente com enxerto ósseo da cabeça umeral, suporte do pilar medial e reparo da grande tuberosidade — foi realizada, mas não alcançou um ou mais dos seguintes:

A não união das tuberosidades e o colapso em varo com corte do parafuso são modos de falha reconhecidos em osso osteoporótico frágil. Quando esses resultados não são alcançados, uma abordagem cirúrgica diferente é indicada.

Abordagem Terapêutica (Parcial)

A abordagem estruturada baseada em evidências para esta situação envolve a artroplastia do ombro — uma categoria específica de reconstrução do ombro. Qual procedimento se aplica e sob quais critérios é definido no protocolo completo disponível abaixo.

Acesso Imediato a Regimes Estruturados Baseados em Evidências

References

The majority (>80%) of these are fragility fractures, occurring in low demand (often elderly) patients. Weak osteoporotic bones not only break easily but are also difficult to stabilize and are often associated with high failure rates, after the surgery.

Dislocated head. Head facing superiorly/posteriorly (though in the socket, but not facing the glenoid). Splitting of head. GT is lying above the humeral head or displaced posteriorly. Significant varus angulation of the head (usually indicates severe medial pillar instability & progressive malposition).

In elderly patients, HA (with fracture prosthesis) can be used. However, failure rates are high because of the nonunion of tuberosities. Non-union of tuberosities and varus collapse leading to screw cut-outs are common in fragile bones. RSA offers an attractive alternative approach.

DOI: 10.1016/j.jcot.2019.04.016

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