Deficiência de Proteína S
ICD-10 D68.5 · ICD-11 3B61.0Y.3

Tratamento da Deficiência de Proteína S na Síndrome Antifosfolipídica Tripla Positiva

Quando a deficiência de Proteína S ocorre em conjunto com a síndrome antifosfolipídica tripla positiva, o quadro clínico apresenta implicações terapêuticas específicas que o diferenciam de outras apresentações trombofílicas.

Cenário clínico

Este protocolo aborda a deficiência de Proteína S no contexto da síndrome antifosfolipídica tripla positiva — uma combinação trombótica de alto risco em que a escolha do anticoagulante não é empírica. Ao contrário do tromboembolismo venoso de origem desconhecida, em que o diagnóstico definitivo pode levar semanas para ser estabelecido, esta apresentação possui um requisito terapêutico definido desde o início.

Abordagem terapêutica (parcial)

Um anticoagulante específico — a varfarina — faz parte da abordagem obrigatória neste cenário. O protocolo estruturado completo, incluindo todos os pontos de decisão, está disponível pelo link abaixo.

References

DOI: 10.1186/s12959-026-00861-w

Unless a patient is diagnosed with triple antiphospholipid positive syndrome (for which warfarin treatment is mandatory), the choice of the anticoagulant drug for VTE of an unknown origin is empiric, given that the final (clinical, instrumental, and/or laboratory) diagnosis is achieved weeks after beginning therapy.

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