Tratamento da Colangite Esclerosante Primária com ALP ou GGT Persistentemente Elevada

Em pacientes com Colangite Esclerosante Primária (CEP) que apresentam fosfatase alcalina (ALP) ou gama-glutamiltransferase (GGT) persistentemente elevadas, uma abordagem terapêutica estruturada e baseada em evidências visa melhora bioquímica significativa dentro de um período de tempo definido.

Cenário Clínico

Este protocolo aborda pacientes com CEP e ALP ou GGT persistentemente elevadas — marcadores bioquímicos que orientam as decisões terapêuticas e servem como desfechos primários para avaliação de resposta.

Abordagem Terapêutica

O ácido ursodesoxicólico (AUDC) pode ser considerado como opção terapêutica neste contexto. A continuação do tratamento depende do cumprimento de critérios bioquímicos de resposta definidos — os critérios completos de elegibilidade, a posologia e o algoritmo de decisão estão disponíveis no protocolo completo.

Objetivos Clínicos

Os principais alvos são a redução significativa ou normalização da ALP dentro de 12 meses de tratamento. Em adultos, limiares específicos de ALP determinam a resposta; em crianças, a GGT é o marcador primário, com alvos de redução definidos que orientam as decisões de manejo contínuo.

Acesso Imediato a Regimes Estruturados Baseados em Evidências

References

DOI: 10.1002/hep.32771

In patients not eligible or interested in clinical trials with persistently elevated ALP or GGT, UDCA 13–23 mg/kg/day can be considered for treatment and continued if there is a meaningful reduction or normalization in ALP (GGT in children) and/or symptoms improve with 12 months of treatment.

However, recent data in adults have shown that meaningful reductions in ALP have been associated with significantly better outcomes, including (1) reduction of ALP to < 1.5 × ULN, (2) 40% reduction or normalization of ALP, and (3) normalization of ALP.

In children, a 75% reduction in GGT or a GGT < 50 IU was associated with the best outcomes.

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