Insuficiência Adrenal Primária em Mulheres com Baixa Libido, Sintomas Depressivos e Baixa Energia
Em pacientes do sexo feminino com insuficiência adrenal primária, a baixa libido, os sintomas depressivos e a baixa energia podem persistir mesmo após a reposição de glicocorticoides e mineralocorticoides ter sido completamente otimizada. As evidências atuais abordam essa subpopulação específica com uma abordagem terapêutica distinta.
Cenário Clínico
Mulheres com IAP que apresentam libido reduzida, sintomas depressivos e baixos níveis de energia que persistem apesar da reposição de glicocorticoides e mineralocorticoides adequadamente otimizada representam uma subpopulação definida para a qual a reposição hormonal adrenal padrão isolada pode não ser suficiente.
Abordagem Terapêutica
As evidências apoiam uma tentativa de reposição de DHEA neste contexto, seguida de avaliação formal sobre se foi alcançado um efeito benéfico sustentado — após o qual se decide pela continuação ou interrupção. O regime completo, incluindo a estrutura e a avaliação do ensaio, está no protocolo completo.
Objetivo do Tratamento
O principal alvo bioquímico é o sulfato de DHEA sérico matinal (DHEAS) na faixa médio-normal, medido antes da dose diária de reposição. A continuação depende do benefício clínico documentado; os critérios completos de monitorização estão no protocolo estruturado.
References
DOI: 10.1210/jc.2015-1710
We suggest a trial of dehydroepiandrosterone (DHEA) replacement in women with PAI and low libido, depressive symptoms, and/or low energy levels despite otherwise optimized glucocorticoid and mineralocorticoid replacement.
We suggest monitoring DHEA replacement by measuring morning serum DHEAS levels (aiming at the midnormal range) before the intake of the daily DHEA replacement dose.