O priapismo isquêmico agudo requer intervenção urgente para restaurar a detumescência. Quando as medidas iniciais farmacológicas e de aspiração não alcançam o objetivo terapêutico, uma abordagem cirúrgica de segunda linha definida está indicada.
A linha de manejo anterior — injeção intracavernosa de fenilefrina e aspiração corporal, com ou sem irrigação salina — não alcançou o objetivo necessário de detumescência peniana. Essa falha em atingir esse desfecho é o gatilho de escalonamento para o protocolo atual.
Após a falha da reversão farmacológica e da aspiração, a abordagem baseada em evidências envolve um procedimento cirúrgico de derivação direcionado aos corpos cavernosos distais. O tipo específico de shunt selecionado — e se manobras adicionais são empregadas — é definido no protocolo completo.
Objetivo: Detumescência penianaDOI: 10.1097/JU.0000000000002236
Clinicians should perform a distal corporoglanular shunt, with or without tunneling, in patients with acute ischemic priapism who have failed pharmacologic intracavernosal reversal and aspiration, with or without irrigation.
Analysis of the literature has shown that scalpel-based shunts (eg, Ebbehoj, Al Ghorab, Lue T Shunt) provide higher success than needle-based (ie, Winter's) shunts.
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