Cefaleia pós-traumática
ICD-10 G44.3 · ICD-11 8A84.1

Cefaleia Pós-traumática: O Que Fazer Quando a Terapia com Nutracêuticos Não Funcionou

Quando a cefaleia pós-traumática persiste apesar de uma tentativa preventiva com nutracêuticos e suplementos, um próximo passo estruturado é necessário. Este protocolo aborda pacientes que não atingiram a redução alvo da cefaleia após essa abordagem inicial.

Tratamento Anterior — Resposta Insuficiente

Um curso inicial de terapia preventiva com nutracêuticos/suplementos — riboflavina, magnésio e melatonina quando clinicamente indicados — não alcançou o alvo: redução ou resolução da cefaleia na reavaliação de 2 semanas, ou ao longo do ensaio preventivo completo de 6 a 8 semanas.

Próxima Abordagem — Visão Geral Parcial

Quando os nutracêuticos não foram suficientes, a terapia preventiva prescrita — selecionada caso a caso com base no fenótipo da cefaleia e na tolerabilidade — em conjunto com intervenções não farmacológicas, constitui a base do próximo passo; os critérios de seleção completos e outras opções para casos persistentes ou refratários estão detalhados no protocolo completo.

Objetivo do Tratamento

Redução de pelo menos 50% na frequência de cefaleia (dias com cefaleia).

Acesso Imediato a Protocolos Estruturados Baseados em Evidências

References

DOI: 10.1111/head.14795Digital

Prescription preventive therapies (e.g., amitriptyline, topiramate, or propranolol) should be chosen on a case-by-case basis considering side-effects and headache phenotype, starting 4–6 weeks post-injury if headaches are not improving and are occurring more than 1–2 days/week, impact function, or both.

Additional therapies including onabotulinumtoxinA and CGRP-targeted therapies do not have direct evidence in children with PTH but based on experience of our group may be considered in youth with refractory PPTH.

Non-pharmacologic interventions including cervico-vestibular therapy and behavioral interventions, such as CBT, should be considered in PTH management based on clinical assessment.

Assessed HA outcomes when amitriptyline was started 1-month post-injury and continued for median of 4 months; 82% reported >50% reduction in number of HA days and side-effects (primarily sedation) were reported in 33%.

View source ↗