Cefaleia Pós-traumática Refratária à Terapia de Ponte Analgésica Oral: O Que Fazer a Seguir

Na cefaleia pós-traumática, uma ponte analgésica oral programada é a abordagem de primeira linha. Quando ela não consegue proporcionar alívio adequado da cefaleia, um protocolo de escalonamento estruturado direcionado à fase aguda e refratária torna-se a prioridade clínica.

Tratamento anterior — objetivos não alcançados

Uma ponte analgésica oral programada (ibuprofeno combinado com paracetamol), iniciada em até 48 horas, não alcançou os resultados esperados: redução da frequência e intensidade da cefaleia ao longo de 7 dias, e maior proporção de pacientes retornando à escola após 1 semana. Essa resposta insuficiente é a indicação para o protocolo de próxima linha.

Abordagem da próxima etapa (parcial — regime completo pelo link abaixo)

Este protocolo envolve terapia intravenosa aguda para obter alívio ou redução da cefaleia refratária. A seleção completa dos agentes, o sequenciamento e quaisquer opções intervencionais adicionais estão contidos no regime estruturado completo.

References

DOI: 10.1111/head.14795

  • For headaches that are refractory to first-line acute oral medication, acute IV therapies (ketorolac, dopamine receptor antagonists, IV fluids), nerve block, and oral corticosteroid bridge can be considered.
  • Based on this evidence, we conclude that intravenous therapy with ketorolac, dopamine receptor antagonists, intravenous fluids, and possibly valproic acid may be considered for acute symptomatic relief of PTH that has been refractory to oral medications.
  • Oral and intravenous analgesics are used to lessen or relieve acute headache and play a central role in treating primary headache disorders.
View source ↗