A hemorragia varicosa aguda em um paciente com cirrose é um evento de descompensação com risco de vida. A hemorragia varicosa — principalmente proveniente de varizes esofágicas ou gástricas — está associada a uma mortalidade de 10%–20% em seis semanas.
Este protocolo se aplica quando a endoscopia digestiva alta (com ligadura elástica para varizes esofágicas ou escleroterapia para varizes gástricas) não conseguiu obter o controle do sangramento. A falha no controle endoscópico do sangramento é o critério que eleva o manejo para as intervenções aqui descritas.
Quando a hemostasia endoscópica não pode ser alcançada, o manejo se volta para a tamponamento mecânico como ponte para um procedimento intervencionista mais definitivo — sendo a escolha da intervenção guiada pelo perfil de risco do paciente e pela anatomia das varizes. O algoritmo de decisão completo, os critérios e o sequenciamento encontram-se no protocolo estruturado.
DOI: 10.1016/j.jceh.2022.03.002
Variceal hemorrhage, mainly from esophageal or gastric varices, is a life-threatening acute decompensating event associated with 10%–20% mortality at six weeks.
In case of failure to control bleeding or refractory bleeding despite pharmacologic and endoscopic therapy, tamponade with Sengastaken-Blakemore or Minnesota tube can be considered as a bridge to more definitive therapies such as TIPS.
Balloon occluded retrograde transvenous obliteration (BRTO) can be considered for GOV2, isolated gastric varices or ectopic varices depending on variceal anatomy and availability of local expertise.
Patients with Child-Pugh class C (<14 points) or Child-Pugh class B (>7 points) with active bleeding or HVPG >20 mmHg during variceal bleed have a high risk of re-bleeding and should be considered for the placement of pTIPS in 24–72 h.
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