O gigantismo hipofisário resulta da secreção excessiva de hormônio do crescimento que ocorre antes da fusão epifisária. Em pacientes em que a doença não foi adequadamente controlada, o manejo contínuo exige uma reavaliação deliberada da preocupação clínica predominante que impulsiona o dano.
Na doença não controlada, o quadro clínico pode ser moldado principalmente por preocupações relacionadas ao tumor, por metabolismo da glicose comprometido ou por uma combinação de ambos. Cada uma dessas apresentações tem implicações distintas para a forma como a terapia deve ser direcionada.
A presença ou ausência dessas preocupações específicas — carga tumoral versus distúrbio metabólico versus ambos — é central para a decisão de manejo nesta etapa.
A terapia é selecionada de acordo com a preocupação clínica predominante. Diferentes agentes abordam diferentes preocupações e, em algumas situações, uma abordagem combinada é indicada quando mais de uma preocupação está presente.
DOI: 10.1016/B978-0-12-814537-1.00002-6