Doença péptica ulcerosa
ICD-10 K27 · ICD-11 DA61

Doença Péptica Ulcerosa: Quando o H. pylori Persiste Após Terapia Tríplice com Rifabutina

Cenário clínico

Este protocolo aplica-se a pacientes com doença péptica ulcerosa que permanecem positivos para Helicobacter pylori apesar de tentativas anteriores de erradicação — pacientes com tratamento prévio sem alergia à penicilina. O termo "terapia de resgate" refere-se a qualquer tratamento administrado a pacientes com infecção persistente por H. pylori após um curso inicial de erradicação sem sucesso.

Tratamento anterior — condição de falha

A terapia prévia nesta fase foi a terapia tríplice com rifabutina por 14 dias, utilizada após a terapia quádrupla com bismuto otimizada já ter sido tentada. A escalada para este protocolo ocorre quando esse esquema não alcançou erradicação confirmada — definida como um teste respiratório da ureia negativo, teste de antígeno fecal ou teste baseado em biópsia obtido no mínimo 4 semanas após a conclusão da terapia.

Abordagem do próximo passo (visão geral parcial)

Após a terapia tríplice com rifabutina não ter alcançado a erradicação, a abordagem muda para terapia de resgate guiada por suscetibilidade antimicrobiana — o esquema específico escolhido depende do perfil de sensibilidade documentado da cepa. Qual esquema se aplica a qual resultado de suscetibilidade, e o algoritmo clínico completo, estão disponíveis no protocolo estruturado.

Objetivo do tratamento

Erradicação da infecção por H. pylori, confirmada por teste respiratório da ureia negativo, teste de antígeno fecal ou teste baseado em biópsia realizado pelo menos 4 semanas após a conclusão da terapia.

Acesso Imediato a Esquemas Terapêuticos Estruturados Baseados em Evidências

References

DOI: 10.14309/ajg.0000000000002968

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