Abscesso Parafaríngeo Sem Anafilaxia à Penicilina: O Que Fazer Quando a Antibioticoterapia Inicial Não Produziu Melhora Clínica em 48 Horas

Este protocolo se aplica a pacientes com abscesso parafaríngeo que não têm história de reação anafilática à penicilina e que não apresentaram melhora clínica nas primeiras 48 horas após o início do tratamento com antibiótico intravenoso.

População de Pacientes

Sem reação anafilática prévia à penicilina. Isso é clinicamente relevante: as opções de tratamento adequadas para essa população diferem daquelas indicadas quando há anafilaxia à penicilina.

Tratamento Prévio — Meta Não Atingida

O manejo inicial incluiu avaliação das vias aéreas e antibioticoterapia parenteral de amplo espectro em altas doses (com ou sem agente antianaeróbico), conforme indicado para essa população. O critério para escalonamento a este protocolo é a ausência de melhora clínica em 48 horas após o início da antibioticoterapia intravenosa.

Próximo Passo (Parcial — Protocolo Completo Disponível Abaixo)

Quando os antibióticos intravenosos não atingiram a resposta esperada em 48 horas, a abordagem muda para a drenagem cirúrgica do abscesso. A técnica e a via de acesso são determinadas por uma avaliação pré-operatória cuidadosa — nem todos os casos são manejados da mesma forma.

References

DOI: 10.3390/children9050618

Patients with previous anaphylactic reactions to penicillin may be treated with clindamycin.

However, surgery should be preceded by a careful evaluation of the patency of the airways.

For PPA and RPA, an oral approach is suggested when possible.

However, PPAs (that are only partially seen in the pharynx) and complicated RPAs must be treated by an external cervical approach as the intraoral approach can be dangerous or would allow full drainage.

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