Tratamento do Abscesso Parafaríngeo Sem Reação Anafilática Prévia à Penicilina
Cenário Clínico
Este protocolo abrange pacientes que se apresentam com abscesso parafaríngeo e que não possuem reação anafilática prévia à penicilina. O status de alergia à penicilina determina diretamente quais classes de antibióticos estão disponíveis, tornando-o um fator central na seleção do tratamento.
Abordagem Terapêutica
A avaliação e estabilização das vias aéreas é a primeira prioridade. Hidratação e analgesia são iniciadas precocemente. Após o manejo das vias aéreas, inicia-se antibioticoterapia parenteral de amplo espectro em dose elevada, cobrindo patógenos aeróbios e anaeróbios. A ausência de alergia à penicilina abre opções antibióticas específicas não disponíveis para pacientes alérgicos.
A seleção completa de antibióticos, critérios de escalonamento e limiares cirúrgicos estão no protocolo completo →
Objetivo do Tratamento
A melhora clínica dentro de 48 horas após o início da antibioticoterapia intravenosa é o principal parâmetro para avaliar a resposta ao tratamento.
References
DOI: 10.3390/children9050618
- Evaluation and treatment of respiratory problems is the first step, to which all the experts agree.
- Considering the microbiological characteristics of DNIs, parenteral administration of broad-spectrum antibiotic therapy covering both aerobic and anaerobic pathogens is strongly recommended.
- Generally, a beta-lactamase inhibitor-enhanced penicillin (amoxicillin-clavulanate, ampicillin-sulbactam) or a beta-lactamase-resistant antibiotic (cefoxitin, imipenem, meropenem), eventually combined with an anti-anaerobic drug (clindamycin or metronidazole), is recommended.
- Patients with previous anaphylactic reactions to penicillin may be treated with clindamycin.
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