Fístula pancreática
ICD-10 K86.8 · ICD-11 DC3Y/ME24.1

Fístula Pancreática Pós-Operatória Grau B: Próximo Passo Quando a Antibioticoterapia Não Alcança o Fechamento da Fístula

A fístula pancreática pós-operatória (FPPO) grau B frequentemente se manifesta com sintomas inespecíficos — dor abdominal, febre e índice inflamatório elevado. O manejo inicial baseia-se na antibioticoterapia combinada com suporte nutricional. Quando essa linha não alcança o fechamento da fístula, é necessária uma nova escalada terapêutica.

Cenário clínico

Fístula pancreática pós-operatória grau B apresentando dor abdominal, febre e índice inflamatório aumentado, exigindo intervenção terapêutica além do manejo conservador inicial.

Linha anterior — condição de falha

A antibioticoterapia (com suporte nutricional) foi iniciada como abordagem de primeira linha para FPPO grau B. O objetivo do tratamento — fechamento da fístula pancreática — não foi alcançado, indicando a necessidade da próxima etapa terapêutica descrita neste protocolo.

Próxima abordagem terapêutica

O manejo nesta etapa envolve a drenagem do fluido pancreático coletado, realizada sob orientação por imagem como parte de uma abordagem step-up estruturada. O protocolo completo especifica as modalidades de drenagem, o sequenciamento procedimental e os pontos de decisão clínica envolvidos.

Objetivos do tratamento

Resolução da dor abdominal e da obstrução do esvaziamento gástrico.

Acesso Imediato a Regimes Estruturados Baseados em Evidências

References

DOI: 10.1097/JS9.0000000000001395

Patients with grade B POPF can present with a variety of nonspecific symptoms including abdominal pain, fever, and increased inflammations index and requires only antibiotic therapy.

Drainage of the collected pancreatic fluid is mandatory when the patient shows clinical signs of infection not only to mitigate the associated symptoms such as abdominal pain, gastric outlet obstruction and, most importantly, to prevent postoperative hemorrhage (e.g. formation of arterial pseudo-aneurysms secondary to POPF) and septic shock that can lead to life-threatening consequences.

A step-up approach, consisting of percutaneous catheter drainage followed, only in case of failure, by surgical necrosectomy, has replaced surgical debridement as the standard treatment, reducing the risk of further morbidities and subsequent complications.

Endoscopic and percutaneous drainage appear to be equally effective and complementary interventions for POPF-associated collections.

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