Bexiga Hiperativa Quando a Farmacoterapia de Primeira Linha Não Alcançou Controle Adequado dos Sintomas

Este protocolo destina-se a pacientes com bexiga hiperativa que já completaram um ensaio de farmacoterapia oral de primeira linha, mas não obtiveram melhora adequada — ou não toleraram a medicação — dentro da janela de avaliação esperada de 4–8 semanas.

Tratamento anterior e condição de falha

O manejo de primeira linha consistiu em farmacoterapia oral com um medicamento antimuscarínico ou um agonista beta-3 (preferencialmente formulações de liberação prolongada) visando melhora na urgência urinária, frequência e incontinência urinária de urgência. Quando esses objetivos não foram alcançados dentro de 4–8 semanas após o início do tratamento, ou a medicação não foi tolerada, a escalada para o próximo passo é indicada.

Abordagem de segunda linha (visão geral apenas)

O próximo passo pode envolver a troca para um agente diferente — dentro da mesma classe ou de uma classe farmacológica diferente — ou, nos casos apropriados, uma abordagem combinada utilizando mais de uma classe de medicamento. O objetivo do tratamento é uma melhora significativa nos episódios de incontinência e na frequência miccional. O protocolo completo especifica quais opções se aplicam e em que sequência.

References
DOI: 10.1097/JU.0000000000003985

In patients with OAB who experience intolerable side effects or who do not achieve adequate improvement with an OAB medication, clinicians may offer a different medication in the same class or different class of medication to obtain greater tolerability and/or efficacy.

In patients with OAB who do not achieve adequate improvement with a single OAB medication, clinicians may offer combination therapy with a medication from a different class.

Combination therapy was significantly superior to mirabegron and solifenacin alone for the number of incontinence episodes and micturitions.

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