Hipertecose ovariana
ICD-10 E28.8 · ICD-11 5A80.Y

Tratamento da Hipertecose Ovariana em Mulheres Pré-menopáusicas sem Lesão Unilateral Definida na Imagem

Quando a hipertecose ovariana se manifesta numa mulher pré-menopáusica sem uma lesão ovariana unilateral radiologicamente definida, a localização da fonte de excesso androgénico requer uma estratégia diagnóstica e cirúrgica direcionada, distinta do caso pós-menopáusico convencional.

Cenário clínico

Mulher pré-menopáusica com hipertecose ovariana, aumento bilateral do estroma e do volume ovariano à ecografia e testosterona sérica elevada de origem ovariana — mas sem lesão unilateral discreta identificável na imagem. O aumento bilateral do estroma ovariano à ecografia é característico desta condição. Como nenhuma lesão dominante orienta a lateralização, a abordagem diagnóstica deve ir além da imagiologia de rotina.

Abordagem terapêutica

O protocolo envolve cateterismo venoso especializado para localizar a fonte do excesso androgénico antes de qualquer decisão cirúrgica — os resultados desta etapa determinam se e como uma abordagem cirúrgica direcionada, com preservação da fertilidade, é adequada.

Os detalhes completos do protocolo — incluindo o procedimento de colheita completo, os critérios cirúrgicos e o algoritmo de decisão — estão disponíveis através do link abaixo.

Acesso Imediato a Esquemas Terapêuticos Baseados em Evidência

References

DOI: 10.1111/cen.15265

  1. However, in premenopausal women lacking a radiologically defined unilateral lesion, simultaneous adrenal and ovarian vein sampling should be considered rather more seriously.
  2. Bilateral increased ovarian stroma on ultrasound is characteristic of OHT.
  3. Ovarian vein sampling in such cases may lateralise and, therefore, indicate targeted unilateral surgical oophorectomy whilst preserving fertility.
  4. Premenopausal: consider simultaneous adrenal and ovarian vein sampling.
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