Hiperecose Ovariana
ICD-10 E28.8 · ICD-11 5A80.Y

Tratamento da Hiperecose Ovariana em Mulher na Pós-Menopausa com Estroma Ovariano Bilateral Aumentado

Cenário Clínico

Este protocolo aplica-se a uma mulher na pós-menopausa com hiperecose ovariana confirmada, aumento bilateral do estroma e volume ovariano à ultrassonografia, e testosterona sérica elevada identificada como de origem ovariana — demonstrada por supressão superior a 50% no teste com análogo de GnRH.

Esta condição é caracteristicamente observada após a menopausa, quando há altas concentrações de LH e o ovário possui poucos ou nenhum folículo remanescente capaz de aromatizar andrógenos em estrogênio. O aumento bilateral do estroma ovariano à ultrassonografia é um achado característico da hiperecose ovariana (OHT).

Abordagem de Manejo

O manejo neste contexto pós-menopáusico centra-se na intervenção cirúrgica. Para mulheres em que a cirurgia não é uma opção, pode ser empregada uma abordagem de supressão hormonal a longo prazo. O algoritmo de tratamento completo — incluindo os critérios para escolha entre as modalidades disponíveis — está descrito no protocolo estruturado completo.

Objetivo do tratamento: Supressão da testosterona sérica em pelo menos 50%, avaliada 28 dias após o início da terapia.
Acesso Imediato a Esquemas Estruturados Baseados em Evidências

References

DOI: 10.1111/cen.15265

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