Síndrome de hiperestimulação ovariana
ICD-10 N98.1 · ICD-11 GA32.0

OHSS Crítico e Grave: Manejo Quando o Tratamento de Suporte Hospitalar Não Alcançou a Recuperação

Na síndrome de hiperestimulação ovariana grave ou crítica, um curso estruturado de cuidado de suporte hospitalar é a etapa inicial de manejo. Quando esse curso não produz a recuperação clínica esperada — com hemoconcentração persistente e desidratação contínua — uma abordagem de segunda linha mais intensiva está indicada.

Linha de tratamento anterior — metas não alcançadas

O protocolo anterior — cuidado de suporte hospitalar incluindo cristaloides intravenosos, solução de albumina humana, analgesia, medidas antiembólicas, paracentese e drenagem pleural quando indicada — é direcionado a sinais específicos de recuperação.

Metas de recuperação não alcançadas: restauração da diurese, normalização do hematócrito, normalização dos eletrólitos séricos e osmolalidade, e redução da circunferência abdominal e do peso corporal.

A falha em atingir essas metas identifica a necessidade de escalonamento para a próxima linha de manejo.

Abordagem de segunda linha — apenas visão geral parcial

Este protocolo centra-se no cuidado crítico multidisciplinar, reunindo expertise das especialidades de anestesia, cuidados intensivos, nefrologia, pneumologia e hematologia. Incorpora estratégias específicas de monitoramento contínuo para orientar o manejo. O protocolo completo — incluindo todas as intervenções e as condições sob as quais cada uma é aplicada — está detalhado integralmente no regime estruturado.

References

DOI: 10.1111/1471-0528.70195
  • Multidisciplinary assistance (anaesthetic, intensivists, renal, respiratory, haematology) should be sought for the care of women with critical OHSS and severe OHSS who have persistent haemoconcentration and dehydration.
  • In these cases, continuous urine output measurement and invasive haemodynamic monitoring may help guide fluid management more accurately.
  • The use of diuretics in managing fluid balance in women with OHSS should only be considered in a multidisciplinary setting and with central venous monitoring in place.
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