Qual É o Tratamento da Síndrome de Hiperestimulação Ovariana?
A síndrome de hiperestimulação ovariana (SHO) é uma complicação grave da estimulação ovariana controlada. O manejo baseado em evidências visa a redução do risco por meio de escolhas deliberadas em cada etapa do ciclo de estimulação — desde a concepção do protocolo até a forma como a maturação dos oócitos é desencadeada e como o ciclo resultante é conduzido.
Abordagem terapêutica
O protocolo estruturado concentra-se em estratégias de redução de risco no nível do protocolo — incluindo a escolha do regime de estimulação e a abordagem da dosagem de gonadotrofinas — com intervenções adicionais aplicadas no momento do gatilho e nas decisões sobre o manejo do ciclo subsequente; o regime completo e o algoritmo de decisão encontram-se no protocolo integral.
References
DOI: 10.1016/j.fertnstert.2023.11.013
- It is recommended to employ ovarian stimulation protocols using GnRH antagonists over protocols using GnRH agonists when there is concern for OHSS.
- It is recommended to dose gonadotropins based on individualized ovarian reserve testing to decrease the risk of OHSS.
- It is recommended to consider lowering the starting dose of gonadotropins and/or supplementing with oral ovulation-inducing medications (clomiphene citrate and/or letrozole) to decrease the risk of OHSS.
- It is recommended to use a GnRH agonist to trigger oocyte maturation as a first-line strategy to reduce the risk of moderate-to-severe OHSS.
- It is recommended to add adequate luteal support if using a GnRH agonist for trigger and planning a fresh embryo transfer.
- In patients at risk for moderate-to-severe OHSS, it is recommended to start a dopamine agonist such as cabergoline on the day of the hCG trigger or soon thereafter and continue for several days.
- It is recommended to consider a freeze-only cycle and subsequent frozen embryo transfer in patients at risk for OHSS on the basis of a high ovarian response or elevated serum estradiol levels.
View source ↗